quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Peixes Esportivos encontrados no Brasil


A grande variedade de peixes no país atrai pescadores do mundo inteiro, mas é preciso conhecer as normas para a prática responsável da pesca esportiva.
Podem ser grandes ou pequenos, compridos ou curtos, de mar ou de rio. Não importa. O que vale na pesca esportiva é aliar técnica, persistência e força para fisgar peixes que saltam, atacam a isca com agressividade e tentam se soltar do anzol a qualquer custo.
Com uma grande variedade de espécies de peixes espalhadas em bacias hidrográficas, lagos, reservatórios de hidrelétrica e oito mil quilômetros de costa, o Brasil tem potencial para atrair pescadores do mundo inteiro. Porém, é preciso garantir que a pescaria não seja prejudicial aos peixes a aos pescadores artesanais – que dependem do pescado para sobreviver.

Agulhão-vela



O agulhão-vela é o peixe mais comum da família Istiophoridae, a família dos marlins, de grande interesse para a pesca esportiva oceânica. Sua principal característica é a barbatana dorsal comprida e alta, semelhante a uma vela. O peixe as usa para encurralar cardumes enquanto os separa com seu longo bico, semelhante a uma espada. Costuma dar saltos impressionantes após ser fisgado.

Dourado



"Tigre dos rios" . Esse título é conferido ao dourado, o grande predador entre os peixes de água doce. Forte e rápido, está no topo da cadeia alimentar e é considerado um dos peixes de escama mais esportivos do Brasil.

Tarpon



 Com grande arranque e saltos de tirar o folêgo, o tarpon é um dos peixes procurados por pescadores esportivos na costa do Brasil.

Tucunaré



Existem várias espécies de tucunarés nadando pelos rios brasileiros. Todos possuem cabeça grande, mandíbula protuberante e uma mancha na cauda chamada de ocelo. A variedade está nas cores: amarelo, verde, vermelho e até azul, decoradas com manchas e listras que formam padrões variados em cada indivíduo. São predadores persistentes e não desistem de sua presa por nada. Por isso são um dos peixes mais procurados pelos pescadores esportivos continentais.

Atum



O atum é um peixe com um excelente hidrodinâmica. São animais muito velozes e garantem uma boa briga. Algumas espécies de atum estão ameaçadas de extinção segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês). A pesca predatória diminuiu a população desses animais a níveis alarmantes.

Pirarara



Um dos peixes mais bonitos da Amazônia, a pirarara pode chegar a 50 quilos. É um peixe muito procurado pelos pescadores esportivos continentais.

Marlin-azul



O marlin-azul é conhecido como rei dos mares e é o peixe mais cobiçado na pesca esportiva oceânica. Pesa em média entre 150 e 300 quilos, mas o marlin-azul mais pesado atingiu impressionantes 636 quilos e foi fisgado em águas brasileiras. Muito parecido com seu "irmão maior”, o marlim-branco (foto) é bem mais leve, mas em matéria de briga não fica atrás. Força, velocidade e saltos espetaculares fazem a alegria dos pescadores esportivos. Infelizmente, o marlim-branco e o marlin azul se encontram vulneráveis segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês).

Pirarucu




O pirarucu pode chegar a 250 quilos. Além de respirar pelas brânquias, possui uma bexiga natatória modificada que funciona como pulmão. Assim, o peixe consegue retirar oxigênio do ar, característica necessária quando fica preso em poças pequenas. Sua carne é muito apreciada, e a pescaria com redes diminuiu muito a sua população. Em alguns estados somente o pesque e solte pode ser praticado.

Dourado-do-mar



O dourado-do-mar possui um formato peculiar: parece uma enguia com cabeça avantajada. Prefere ficar próximo da superfície, onde a água é mais quente. É encontrado em mar aberto.

Robalo



O robalo é um dos peixes preferidos entre os pescadores que utilizam isca artificial. Como muda seu comportamento dependendo das condições do tempo, é necessário experiência para conseguir fisgar um exemplar.



A Pesca Esportiva do Dourado





É peixe brigador por excelência. Quando fisgado, combate incansavelmente por vários minutos, dando espetaculares saltos sobre a água.
Requer equipamento resistente, pela sua explosiva combatividade. Como a grande maioria dos peixes carnívoros,
somente conseguem comer presas inteiras (sem despedaçar), e portanto atacam somente aquelas que lhes passa na boca. Daí, que se pode “escolher” o tamanho do
 peixe pelo tamanho da isca.
Sugere-se esportivamente, que se considere a relação porte do equipamento / tamanho da isca, de modo favorável ao peixe, para preservá-lo.
                  

Aquele experiente pescador de dourado que queira aumentar sua esportividade, pode utilizar anzóis sem fisga (pode limar a fisga), que terá novas emoções à contar.
A boca do dourado é bastante resistente ao ferimentos de anzol, mas seu manuseio pode ser fatal.

Dicas para pesca

Para isca de anzol, podem ser utilizados lambaris ou outros peixes semelhantes.
Para o dourado, é comumente utilizada isca artificial.
Por valer-se predominantemente de orientação visual para caçar, o dourado prefere águas límpidas, mas uma certa turbidez pode lhe ser útil, em alguns casos, servindo de obstáculo “enevoado” para o trânsito de suas presas.
Para sua pesca esportiva, é conveniente a utilização de equipamentos que mantenham a linha esticada constantemente, como molinetes, carretilhas e varas de médio comprimento com uma flexibilidade média.
Utiliza-se isca de superfície, e em locais mais profundos, de meia água.
Deve-se imprimir movimento à isca, recolhendo-se e lançando-se novamente. Os locais-alvo, são em meio à corredeiras rasas, com afloramento de pedras e paus. Eles devem estar atrás destes obstáculos. Veja sobre o comportamento alimentar O anzol deve ser grande, forte e bem afiado, pois o dourado tem a boca grande, dura e poderosa. O tamanho do anzol varia com o tamanho de peixe que se quer tentar.
Peixes muito grandes são raros. Se você tentar os menores, terá emoções mais freqüentes.

DOURADO






Nome Popular

Dourado

Nome Científico

Salminus maxillosus; Salminus. brasiliensis

Família

Characidae

Distribuição Geográfica

Bacia do Prata (S. maxillosus) e bacia do São Francisco (S. brasiliensis).

Descrição

Peixes de escamas. S. brasiliensis e S. maxillosus são bastante semelhantes, sendo que o primeiro, além de ser maior, apresenta uma coloração dourada com reflexos avermelhados, enquanto o segundo é dourado com as nadadeiras alaranjadas. Cada escama apresenta um filete negro no meio, formando riscas longitudinais da cabeça à cauda, do dorso até abaixo da linha lateral. Podem alcançar mais de 1m de comprimento total e 25kg, mas exemplares desse porte são raros. S. maxillosus é o maior peixe de escama da bacia do Prata, conhecido como o rei do rio.

Ecologia

Espécies piscívoras, predadores vorazes, alimentam-se de pequenos peixes nas corredeiras e na boca das lagoas, principalmente durante a vazante quando os outros peixes migram para o canal principal. Nadam em cardumes nas correntezas dos rios e afluentes e realizam longas migrações reprodutivas. Têm grande importância comercial e esportiva.

Equipamentos

Varas de ação média a pesada com linhas de 17, 20, 25 e 30 lb. É indispensável o uso de empate de arame ou de cabo de aço encapado com no mínimo 30cm de comprimento. Os anzóis mais usados são os de n° 5/0 a 8/0.

Iscas

Entre as iscas artificiais, as que apresentam melhores resultados são os plugs de meia água e as colheres, que podem ser utilizadas no corrico ou no arremesso em direção às margens. Iscas naturais como tuvira, sarapó, lambari, curimbatá e piraputanga também são bastante produtivas. Podem ser utilizadas na rodada, com um pequeno chumbo para afundar a linha e mantê-la na coluna d’água, ou deixando o barco rodar perto das margens, onde a isca é jogada repetidamente em direção às galhadas.



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Pesca Noturna

Uma pescaria tão boa quanto à diurna.

Estamos sempre acostumados ao cronograma de uma pescaria normal, logo cedo ao amanhecer do dia estamos com os pés na areia contemplando o nascer do sol para um longo dia de pescaria.

Muitas vezes pensamos em inverter esses horários habituais e realizar uma pescaria noturna na praia, mas requer incentivo, disposição e principalmente companhia para esta empreitada.

As dúvidas são várias, quanto aos tipos de iscas, tipos de peixes, sobre o que levar e a segurança dos locais de pesca.

A pesca noturna é muito prazerosa e menos cansativa que uma diurna, também bastante produtiva quanto à quantidade e diversidade de espécies. Por várias vezes saem dublês, os bagres sari e bandeira são a maioria, maria luiza, oveva, betara, parati, arraia, corvina e as inusitadas cobras dão as caras.

 Um dos principais fatores que devemos observar é a segurança do local de pesca, para não ficar totalmente desprotegido e vulnerável, convide um grupo de amigos (por volta de 10 pessoas), para ter maior tranqüilidade quanto a assaltos.

Durante noite dispensamos o uso de protetor solar, mas o “repelente” é obrigatório, calça leve e camisa comprida, ajuda bastante contra os indesejáveis pernilongos e os borrachudos do final de tarde.

Para iluminar os apetrechos podemos levar lampião a gás e diversos tipos de lanternas, porém as lanternas de cabeça com LED, estão sendo muito utilizadas pela luminosidade e economia, ela custa por volta de R$25,00 e fica acesa até por 120h e as baterias são bem em conta, normalmente tipo AAA ou pastilhas.

Agora é reunir a turma, consultar a taboa de marés, levar os petiscos e se aventurar nos mistérios da pescaria noturna. 

 O que usar

Os materiais mais indicados são caniços de 3,9 a 4,2 metros, de ação média e rápida, formando conjunto com molinetes médios e grandes de 4000 a 6000. Procure transportar o equipamento em bolsas fechadas e só abri-las no local da pesca para evitar quedas de apetrechos que certamente ficarão perdidos e conferi-los na volta. 

> Linhas: podemos usar seguramente linhas de 0,18 mm a 0,30mm depende da preferência e segurança de cada pescador pelas bitolas.
> Anzóis: médios e grandes, como os modelos Maruseigo 14 - 22, Yamajin 1/0 - 2/0, Mini Shiner hook 1, Hansure 12, Izumedina 12 e Suzuki 16 são boas indicações.
> Iscas: mesmo sendo uma pescaria noturna, as iscas naturais permanecem quase que as mesmas, camarão ferrinho, sete barbas e branco, corrupto, minhoca de praia tem grandes resultados, para arraia e bagres filés de sardinha e de outros peixes são uma atração a mais.
> Chicotes e pernadas: chicote convencional de dois rotores com distância de 70cm entre os rotores e pernadas de 50cm.
Como não conseguimos precisar a olho nu os canais como fazemos durante o dia, variamos as distâncias dos arremessos e recolhemos um pouco a linha até fixar o chumbo.
Dependendo das condições do mar, usamos pirâmides de 70 a 120 gramas, ou chumbos arredondados como carambola e o beach-bomb para um arremesso mais longo.


Luz química.

Como não enxergamos nada, fixamos uma “luz química” na ponta do caniço com durex, são conhecidos como Starlight, duram por volta de 08 horas e são muito usados em pescaria embarcada, mas no nosso caso ajuda demais a visualização da ponta do caniço, custa apenas R$1,00 e o pacotinho vem com duas unidades. 
Autor: Marcelo Rubio Esteves
Matéria: Coluna da Revista Pesca Esportiva, Edição Nº 139/Março de 2009.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

10 dicas para fisgar um Tucunaré!

Confira:
1- O tucunaré é um peixe predador que procura estruturas para se proteger e caçar suas presas. Para se protegerem, ou mesmo para atacar suas presas, os tucunarés, muitas vezes, se abrigam em estruturas submersas.
2 - Aprenda a localizar a parte rasa e mais funda de um lago, represa, espraiado ou baía de rio. São nesses locais que a espécie se encontra. As presas estão normalmente na água mais rasa. Os bocudos saem da parte mais funda para a captura de seu alimento.
3 - Para você é fã de iscas de superfície, utilize-as para localizar onde o peixe está. Se o predador não concluir seu ataque, dê um tempo para o ponto ficar descansado, e em seguida, use outra artificial, como uma meia-água para conseguir fisgá-lo,
4 - Trabalhe a isca imitando o que acontece na natureza, ou seja, observe como se comportam os peixes em fuga, e procure simular esses movimentos.
5 - Em dias que ocorrer uma mudança climatológica brusca, como em dias muito ensolarados, o peixe costuma ir para o fundo. Iscas de fundo, como jigs funcionam bem nessa situação. Para melhor aproveitamento use uma sonda.
6 - Pense que toda a ação corresponde a uma reação. Quanto mais violento for sua recuperação de linha, mais violenta será a reação do peixe. Portanto trabalhar com calma e de forma suave garante mais embarques dessa cobiçada espécie.
7 - Com o tempo você aprende que as ações das varas se adaptam melhor ao trabalho das iscas. Com isso faz as escolhas para tirar o máximo do trabalho de suas iscas.
8 - Ao aproximar qualquer espécie, principalmente o tucunaré para embarcar, mantenha pelo menos um comprimento de vara de linha sem ser recolhido, permitindo que a ação da vara e o freio da carretilha ou molinete trabalhe quando exigidos.
9 - Muito cuidado com o peixe embarcado. Parte das garatéias não estão em sua boca. Use um alicate para retira-las e evite ferimentos que impossibilitaria você de continuar a atividade.

10 - Lembre-se de soltar grande parte de suas capturas. A prática do Pesque e Solte garante os estoques pesqueiros e sua diversão no futuro.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tucunaré na pesca esportiva!



Os tucunarés são peixes que atraem pescadores por causa da briga que ele faz com o pescador. Ele tem como habitat natural a bacia amazônica, porém ele foi introduzido nas represas do sudeste. Isso trouxe alguns problemas, como o desaparecimento de algumas espécies que passaram a ser capturadas pelos tucunarés. Hoje, a sua pesca torna-se cada vez mais difícil devido à poluição dos rios. Os tucunarés são peixes que atacam tanto iscas vivas como artificiais em movimento, pois elas lhes chamam a atenção.

O tucunaré é uma espécie territorial e sedentária, não realiza migrações. Na Bacia Amazônia, quando os rios estão com as águas baixas, habitam principalmente as lagoas marginais, partindo para a mata inundada (igapó ou mata de várzea) durante as cheias. Nas lagoas, durante o início da manhã e final do dia, quando a água já está mais fria, se alimentam próximo às margens. Quando a água esquenta, passam para o centro das lagoas. O tucunaré não aprecia águas correntes. Em rios pode ser encontrado em remansos. Nas represas prefere viver junto as margens, nos locais onde podem ser encontradas “tranqueiras”, que no linguajar dos pescadores, são galhadas, plantas flutuantes e outras estruturas submersas que formam um refúgio.
O tucunaré é um peixe voraz, que ocupa os níveis superiores das cadeias alimentares dos rios. Alimenta-se de peixes adultos, filhotes, pitus e provavelmente toda sorte de insetos e aranhas que caiam na água. São caçadores ativos que perseguem a presa, ou seja, após iniciar o ataque, não desistem até conseguir capturá-las.
 Pescadores experientes afirmam que a melhor época para a pesca do tucunaré é no período de desova, pois é nessa época que eles se encontram mais ariscos atacando a iscas por alimento, assim como por defesa dos filhotes.

No Amazonas um dos lugares com índice de maior procura para pesca desta espécie é o Municipio de Barcelos. Abaixo segue o link de um vídeo, assistam!

Pescaria de Tucunaré em Barcelos

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Robalo na Pesca Esportiva!

Descrição

•Nome Popular

•Robalo, Robalo Peva, Robalo-flecha.

•Nome Científico 
•Centropomus spp.

•Família
Centropomidae

•Distribuição Geográfica
Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

         Das seis espécies de robalo encontradas no oceano Atlântico, quatro são capturadas no litoral do Brasil, destacando-se principalmente o robalo-flecha Centropomus undecimalis e o robalo-peva Centropomus paralellus.

O robalo é uma das espécies mais apreciadas pelos pescadores desportivos, considerado por muitos o rei do mar.

 Características – este peixe apresenta um corpo alongado ligeiramente comprimido, fazendo com que ele seja um nadador muito rápido o dorso é de cor cinzento e prateado sem manchas negras e o abdômen é esbranquiçado, o opérculo possui uma macha branca e 2 espinhos,a boca tem vários dentes finos e sua mandíbula inferior é ligeiramente proeminente.
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Robalo-flecha- é a maior espécie da família, alcançando 1,2m de comprimento total e 25kg. A coloração do dorso é acinzentada com reflexos esverdeados, não devendo ser capturado com menos de 45 cm de comprimento para não prejudicar a reprodução e criação da espécie.(tamanho mínimo: 45cm)

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Robalo-peva-  é menor, alcançando 50cm de comprimento e 5kg. Apresenta o dorso cinza esverdeado e os flancos prateados.


ALIMENTAÇÃO
               O Robalo é um predador voraz que tem uma alimentação muito variada preferencialmente caça quando as condições lhe favorecem . Captura as suas presas tanto de dia como de noite, tanto junto ao fundo como à superfície, ataca e devora cardumes de petinga (sardinha pequena), carapaus, galeota e outros peixes, incluindo as tainhas, estas quase exclusivamente atacadas pelos e exemplares de maior porte, camarões, moluscos, carangueijo também fazem parte da alimentação.
 Tipos de estrutura e comportamentos

              A pesca do Robalo é bastante influenciada pelo comportamento das marés, as melhores luas são a minguante e a crescente. O Robalo torna-se extremamente ativo quando a maré está correndo (principalmente no início da vazante). A maré ideal é aquela que corre quase o dia inteiro,bem devagar.
 
Dificuldades encontradas na pesca do Robalo:

•Marés com grandes variações
• água correndo muito rápido
•água suja(levanta muita sujeira)
• dificuldade para trabalhar a isca perto da estrutura
    O peixe entra "dentro" do mangue ficando fora do alcance do pescador.
Marés com baixas variações - >  o peixe fica inativo.

Os tipos de estruturas que o Robalo costuma frequentar são as galhadas, pedras e troncos submersos, lajes, pilares de pontes, curvas (bicos) dos canais em geral.
Tipos de apetrecho  


              O equipamento de pesca é composto de uma vara de 6'(1,80) com carretilha ou molinete.A linha deve ser 12 a 17 libras conforme os tamanhos dos Robalos. É importante colocar um pedaço de linha aproximadamente 30 cm com o dobro da espessura da linha principal.Para proteger a linha principal de cracas do mangue. Podemos utilizar carretilha ou molinete.Acredito que a carretilha é mais precisa.

 Iscas artificiais

Stick - É um plug de superfície com lastro na cauda, fazendo com que ela fique perpendicular a linha da água enquanto parada e com toques de vara ela afunda e sobe imitando um peixinho ferido ou buscando ar.Em meses de calor os robalos atacam muito esta isca na superfície.
Zara - É uma isca de superfície com nado zigue-zague, quando bem trabalhada se torna muito atraente para o robalo.
 
Meia-água - É uma isca que tem uma barbela, fazendo com que a isca ao ser trabalhada afunde, buscando o peixe na meia-agua.Podemos trabalhar esta isca na famosa `chamadinha`, esperando ela flutuar para dar toques de vara alternando com recolhimento para ela afundar.Não tem erro, ótima pra quando o robalo está manhoso.
 
Fundo - Parecida com a meia-água , porém com uma barbela mais comprida, ótima para tirar o robalo do fundo.
•Jumping Jig - É uma isca feita de chumbo, usada para pesca vertical, ou seja, pesca de fundo. Não precisa ser arremessada, apenas soltá-la em baixo do barco e deixar chegar ao fundo, aí é só `jiggar`, com toques de vara para cima. Geralmente vem com apenas uma garatéia atrás, mas dependendo do tipo de solo onde se é pescado, o ideal é remover esta garatéia e utilizar um suport hook, um anzol que é preso junto a isca no snap. Quanto mais fundo o local mais pesado o jig.
 

“Um grande pescador de robalos é um grande observador”