quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os segredos da pesca esportiva oceânica!



Neste vídeo do programa ‘Globo Mar’, mostra uma aventura em Canavieiras, no litoral Sul da Bahia. Considerada um santuário ecológico, com uma paisagem ainda primitiva e cercada por ilhas, é para lá que se dirigem, todos os anos, milhares de praticantes da chamada pesca esportiva oceânica. Atuns e marlins – os peixes mais nobres do Atlântico Sul, que podem pesar até 300 kg – são os objetivos dos pescadores.

Diferente das outras pescas, esta é praticada por esporte. Os atletas jogam a linha e ficam à espera, que não termina quando o peixe é fisgado, pois é preciso cansar o animal. Após capturados, eles são medidos, pesados e, depois, devolvidos ao mar. O programa mostra como funcionam esses tensos e agitados embates que exigem bastante esforço físico e podem durar até três horas, quando o pescador ou o peixe desiste do duelo.


O ‘Globo Mar’ visita ainda o chamado Royal Charlotte Bank, um banco de areia descoberto por navegadores ingleses ainda no século XVII. Com cerca de 100 quilômetros de extensão e uma profundidade que varia de 70 a três mil metros, ele é um ponto de grande biodiversidade, considerado um dos melhores lugares no mundo para a prática da pesca oceânica. Nesta edição, o telespectador confere ainda os detalhes do momento culminante desta aventura: a captura do Marlim Azul, que, em seguida, é devolvido ao mar para continuar sua viagem pelo oceano.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Pesca Esportiva

Pescar na Amazônia é algo único no mundo: primeiro chegar até a floresta, com todos os sons, cheiros e visões já é algo especial e excitante. Mas fisgar um tucunaré ou um jaú é indescritível. Há quem pague verdadeiras fortunas só para ficar algumas horas sobre o rio e trazer uma foto de lembrança. Mas há opções mais econômicas.


Milhares de espécies de peixes habitam os rios da Amazônia. Com toda sua exuberante biodiversidade, a Bacia Amazônica é rota obrigatória para os amantes da pesca esportiva.
É um lugar único, onde se pode encontrar rios e lagos limpos e preservados, em meio à sua incontestável beleza selvagem.

É importante lembrar que a pesca esportiva é uma atividade ecologicamente correta e proporciona momentos de prazer ímpares aos seus praticantes, cada dia mais preocupados com a manutenção do meio ambiente e da preservação das espécies dos peixes, já que sem eles o esporte não pode ser praticado.

Convertida nos últimos tempos num dos chamarizes para o turismo, a pesca sempre foi uma das principais atividades econômicas da população amazônica e seu alimento básico.

Existem várias espécies de peixes nos inúmeros rios da região, entre os quais o tucunaré, o dourado amazônico e a pescada. A piranha, peixe carnívoro com o qual se faz um caldo muito apreciado por pescadores, habita quase todos os rios da Amazônia. No entanto, raramente se encontra em concentrações suficientes para causar os danos que lhe são freqüentemente atribuídos. O pirarucu, um dos maiores peixes de água doce do mundo, é encontrado em abundância. O peixe-boi, uma das espécies mais exóticas da Amazônia, está em risco de extinção por ser presa fácil de predadores. 

Tocantis terá novo empreendimento no mercado de turismo ambiental e pesca esportiva

A abundância de rios e lagos permeados por uma grande diversidade de espécie de peixes tem feito do Tocantins um dos destinos mais procurados do Brasil para a prática de pesca esportiva. De olho do mercado movimentado pelos praticantes do esporte, a Sedecti – Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação tem buscado investidores interessados em explorar de forma sustentável o potencial oferecido pelo Estado.
 A Pousada Lago de Palmas será voltada especificamente para o turismo ambiental e pesca esportiva. O empreendimento está sendo construído numa área de 80 mil m² à margem do ribeirão Santa Luzia, próximo ao distrito de Luzimangues, no município de Porto Nacional. A obra está prevista para ficar pronta no prazo de aproximadamente oito meses e contará com 12 chalés, restaurante, área de camping e toda infraestrutura para a prática da pesca esportiva.
 Inicialmente o empreendimento deve gerar pelo menos 30 empregos diretos nas instalações da pousada. Segundo o empresário de São Paulo e proprietário da pousada, Rui Façanario, a ideia é oferecer capacitação aos pescadores ribeirinhos da região para atuarem como guias de pesca. “Nós vamos capacitar os próprios pescadores ribeirinhos, que conhecem bem o lago, para que atuem como guias de pesca. Eles serão treinados para utilização dos equipamentos de pesca esportiva e relacionamento com os turistas”, destaca Façanario.
 O empresário decidiu investir no Tocantins ao conhecer o potencial do Estado, apresentado pelo secretário da Sedecti, Paulo Massuia, durante a Feipesca – Feira Internacional da Pesca realizada em São Paulo, no mês de março deste ano. O objetivo do investimento é explorar o potencial oferecido pelo lago de Palmas e atrair turistas da região sul e sudeste que tem deixado o Brasil para praticar a pesca esportiva na Argentina.  
 Interesse pelo esporte cresceu 137% em dez anos
 Segundo dados do Ministério da Pesca, cerca de 70 mil brasileiros viajam anualmente para praticar a pesca esportiva na Argentina, país com grande potencial e organização do segmento.
 O Tocantins tem atraído o interesse de investidores nessa área, pois de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Turismo, 86,64% dos praticantes da pesca esportivo buscam locais as margens de rios e lagos.
 A pesquisa ainda aponta que 33,40% dos amantes do esporte pescam pelo menos uma vez por mês e 28,50% duas vezes por ano. Outro fator positivo para investimentos no setor é que a pesca esportiva está em franca expansão, pois em 1998, foram emitidas cerca de 80 mil licenças, já em 2009 este montante aumentou para cerca de 190 mil licenças, um crescimento de 137% em dez anos.
 De acordo com o empresário, com 20 anos de experiência na área, os praticantes do esporte têm alto poder aquisitivo e movimentam a economia dos destinos estruturados. “Esse público está disposto a investir de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00 em uma viagem de pesca, sendo que boa parte desse dinheiro é em hospedagem e equipamentos adquiridos no destino escolhido”, afirmou.  
 Tocantins será divulgado em todo o país
 Façanario também é apresentador do “Programa Destinos da Pesca”, exibido aos domingos na emissora nacional, Rede Brasil. Com os investimentos no Tocantins, o Estado passará a ser tema de reportagens no programa onde o potencial será divulgado a outros investidores e amantes da pesca esportiva em todo o país.(Sedecti).

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Algumas modalidades da Pesca Esportiva!

Pesca oceânica (realizada com até 4 pescadores)

Relativamente nova no sul do Brasil, a pesca oceânica é realizada na modalidade corrico (trolling) com o objetivo de capturar os grandes predadores oceânicos como o Bonito, o Dourado do Mar, a Cavala (wahoo), o Marlim Branco, o Marlim Azul, o Sail Fish e o Atum. É praticada nos meses de novembro a abril, quando a Corrente do Brasil se aproxima da costa trazendo consigo os grandes troféus.As iscas de superfície são atacadas com grande energia, proporcionando muita emoção ao pescador, que por muitas vezes pode ver o peixão em sua perseguição.

Pesca Costeira (realizada com 3 ou 4 pescadores dependendo da modalidade).

Realizada em costões, ilhas e parcéis, a pesca costeira pode ser realizada nas modalidades de corrico, arremesso, vertical fishing e fundeio. Os grandes Olhetes, as Anchovas e as Garoupas são os principais peixes desta categoria.
Os Olhetes são um desafio ao pescador, pois possuem grande força e não se rendem com facilidade. Respondem bem as iscas de superfície e a pesca vertical com metal jigs.
As garoupas por sua vez, requerem do pescador um pouco mais de astúcia, pois em segundos abocanham a isca e correm para a toca numa verdadeira explosão de energia. Respondem na pesca vertical com metal jigs ou shads e na pesca de fundeio com iscas naturais. As Anchovas, abundantes na nossa costa, são extremamente vorazes e valentes, porém não requerem experiência do pescador. Aparecem em grande quantidade nos meses de frio, atacando iscas de superfície, meia água e até pequenos jigs. Pescadas com equipamento mais leve são uma ótima opção para quem busca emoção na pescaria. Já nos meses mais quentes, as grandes Anchovas (marisqueiras) aparecem na nossa costa, porém em menor número, exigindo do guia o conhecimento de seus lugares favoritos.

Pesca Interior (realizada com até 2 pescadores)

A já consagrada pesca interior têm sua popularidade devido ao grande número de pescadores que incentivados pelas águas calmas de nossas baías se lançam ao mar atrás de exemplares com grande potencial esportivo. Os cobiçados robalos são nosso principal objetivo, mas outras espécies como a garoupa, o badejo mira, o valente badejo branco além de muitas outras espécies, proporcionam pescarias com muita ação.
Os locais requerem arremessos simples, mas o material equilibrado e boa sensibilidade podem fazer a diferença neste tipo de pescaria.


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Preparação de "mosca" para pesca!



Como antes em nossa primeira publicação havia citado a pesca com mosca, hoje publicarei um link de vídeo ensina como se fazer "moscas".  

Pesca com mosca é a tradução do termo inglês Fly Fishing
A pesca desportiva com mosca artificial, também designada por muitos como pesca com pluma, é uma técnica de pesca ancestral com vertentes de subsistência e posteriormente desportiva ou lazer, desenvolvendo-se tecnicamente ao longo do tempo, e que se resume na apresentação de imitações de insetos em estado de larva ou alados, imitações de pequenos peixes e outras espécies, dietas mais usuais na fauna piscícola fluvial, fazendo com que estas, ao cair na água, flutuando ou no fundo, atraiam o mais naturalmente possível o peixe, nomeadamente, a truta e outras espécies. Atualmente, além de se utilizar em cursos de água doce, também se utiliza esta técnica em lago e no mar. A apresentação destas iscas artificiais, designados por moscas e streamers, deve-se à eficácia do pescador e ao equipamento que tem como missão projetar a referida isca a determinada distância e determinado ponto onde se encontra o peixe que se pretende capturar. A pesca com mosca artificial, hoje uma técnica mais desportiva do que de subsistência, foi pioneira na filosofia de captura e solta do peixe; e mais, utilizam-se cada vez mais anzóis sem farpa, uma forma de não sacrificar o peixe ao descravar e eventualmente não ferir o pescador, quando este crava uma anzol no seu corpo, conseguindo retirá-lo praticamente sem dor.
  • Pesca com Mosca Seca: O método mais popular da pesca com mosca, imita insetos que pousam ou caem na superfície da água, como libélulas, gafanhotos, borboletas, formigas de asa, etc. Devem ser trabalhadas imitando o inseto no qual você esta usando. Geralmente deixadas rodar corredeira a baixo.
  • Pesca com Ninfa: Imitam de forma imatura insetos aquáticos e outras formas de alimentos aquáticos de peixes como camarõezinhos, vermes, sanguessugas, etc. Devem ser lançadas ao rio e deixadas descer correnteza a baixo de modo natural o mais próximo do fundo possível assim como um pequeno inseto sendo levado pela correnteza.
  • Pesca com Streamers: O Streamer basicamente imita um pequeno peixe, que pode ser trabalhado mais devagar com pequenos toques imitando uma presa ferida ou com alguma dificuldade, ou mais rápido como um pequeno peixe que ataca os filhotes dos predadores. 
Segue o link abaixo, para assistirem o vídeo!
https://www.youtube.com/watch?v=GmolS6AsT50

Pesca Esportiva?

O objetivo da pesca esportiva  é fisgar o peixe, não para consumo ou comércio, mas pelo prazer de pescar. Por isso os peixes são devolvidos vivos a natureza. Geralmente os pescadores pesam, medem e fotografam o peixe antes de devolvê-lo a água.
A devolução do peixe a água tem o objetivo deixar o peixe crescer ainda mais, e desovar mais vezes, aumentando a população. Em água doce é maior a chance de sobrevivência do peixe solto do que na água salgada.
Porém, são necessários inúmeros cuidados para que o peixe não seja muito ferido pelo anzol, ou mesmo na manipulação antes de sua soltura. Sem esses cuidados, normalmente o peixe morre.
Para isso existe uma série de equipamentos e acessórios diferenciados para esse tipo de pesca. Anzóis, iscas, entre outros, são idealizados com o intuito de não ferir o peixe. Além disso, o pescador pode utilizar algumas técnicas para preservar o peixe, como:
- Manusear o peixe dentro da água o maior tempo possível.
- Fora da água, ao manusear o peixe, manter as mãos molhadas (a mão seca retira o muco que protege o peixe).
- Usar somente anzóis sem farpa ou com a farpa amassada.
- Ao pescar em profundidades maiores do que 30 pés, puxar o peixe devagar, para que haja tempo para a descompressão (adequação do peixe quanto à pressão da água).
- Utilizar a linha com um comprimento um pouco maior do que a recomendada, para que a luta dure menos tempo, cansando menos o peixe.
- Retirar o anzol com alicate de bico, quando não estiver muito profundo.
- Cortar a linha e deixar o anzol dentro do peixe, quando o anzol estiver muito profundo.
- Rapidez e delicadeza ao tirá-lo da água para pesar, medir e fotografar.
Além desses cuidados, sabe-se que os peixes fisgados com iscas artificiais, ou moscas, têm maior chance se sobrevivência do que os fisgados com iscas naturais.
Nos casos em que o anzol tenha ferido, o olho, a guelra ou a metade inferior do corpo do peixe, é indicado o sacrifício do animal, pois as chances de que ele sobreviva são muito pequenas.
A prática da pesca esportiva tem aumentado em todo o mundo.
No Brasil, o peixe mais cobiçado pelos pescadores em água doce é o Tucunaré e os mais cobiçados em água salgada são os Marlim Azul e o Branco.